terça-feira, 28 de junho de 2016



Jesus a paz, a discórdia, segundo as Escrituras.


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Jesus é a Suprema Revelação de Deus aos homens.

Alguém já escreveu que:

 “Acreditar que o Jesus histórico realmente existiu, não é mais problema para os historiadores de maneira geral, pois há várias provas comprobatórias nesse sentido. Evidências filológicas, arqueológicas, paleográficas... Enfim, negar a passagem de Jesus pela terra seria hoje como assinar um atestado de obtusidade histórica ou se declarar descontextualizado com as novas descobertas”.

“... Ele proclamará a paz entre as nações...”.
Profecia do Senhor Deus, em Zacarias,  9.10.

“Não julgueis que vim trazer paz à terra.  Vim trazer não a paz, mas a espada (a discórdia)”. Revelações de Jesus, em Mateus,  10.35.

“   “E disse-lhe Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem sejam cegos. E aqueles dos fariseus, que estavam com ele, ouvindo isto, disseram-lhe: Também nós somos cegos?  Disse-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece”.   João 9:39-41

A Espada de Jesus:

Num dia desses, um dito ateu, ao corresponder-se comigo, alegou que Jesus, o qual nomeamos o Filho de Deus, era cheio de contradições: falava em amor, mas convidava à violência. Usou, para tentar fundamentar essa sua alegação, no preceito abaixo, ao pé da letra:

“Então, Jesus lhes disse: Agora, porém, quem tem bolsa, tome-a com também o alforje, e o que não tem espada, venda a sua capa e compre uma espada”.  Jesus, em Lucas, 22.36.

Veremos, agora, o que significa, no Evangelho, a compra de uma espada:

“Tomai o capacete da salvação e a Espada do Espírito que é a Palavra de Deus”.  Efésios, 6.17.  Portanto, Jesus se referia à espada como a Palavra de Deus.

O Evangelho do Apocalipse também se refere à espada desse modo:

“Se alguém matar Pela espada, é necessário que seja morto pela espada”.  Apocalipse, 13.10

Antes da Vinda de Jesus, o povo jazia em trevas e Jesus veio como a Luz:

“O povo, que jazia em trevas, viu a grande Luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a Luz”.  O Evangelho, a respeito de Jesus, a Luz do mundo, em Lucas, 4.16.

Sabendo que seu Santo Nome provocaria distensões e maldades entre o homens, até mesmo entre os que teriam de ser os herdeiros de Sua Promessa, Cristo profetizava futuras tragédias geradas por intrigas, disputas religiosas, perturbações e perseguições terríveis que seu nome iria produzir, que realmente aconteceram, que acontecem de modo cada vez mais agravados e que continuarão acontecendo até a consumação dos séculos.

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Como nós sabemos, essas perseguições sangrentas já haviam começado antes, com Herodes, rei dos judeus.  Sabedor das profecias que anunciavam um Messias que, ao nascer na pequena Belém, viria a ser um grande rei de Israel, para não correr riscos na guarda do trono real, Herodes, por certo dominado pelo demônio, decidiu eliminar aquele menino especial que havia nascido.  Sem saber do paradeiro de Jesus, qual um senhor absoluto da vida e da morte, impiedosamente, mandou executar todas as crianças da mesma idade dele, filhos de seus súditos, na tentativa de exterminá-lo. 

Depois de correr o sangue do próprio Cristo, correu o sangue de muitos mártires, começando por João Batista, que enfrentava reis, e por isso foi executado, de Estêvão, executado pelos judeus, seus compatriotas.  Se nós sabemos que cristãos verdadeiros são passivos e não pegam em armas, sabemos, também, que por conta dos ímpios e dos fanáticos de todas as espécies, muito sangue já correu  e  ainda correrá por causa do Santo Nome de Jesus.

“Eis que este menino está posto para a ruína  e para a ressurreição de muitos em Israel e para ser alvo de contradição”.  Profecias em Lucas, 2.33.

A perseguição ao Messias e aos seus seguidores iniciou-se entre os próprios judeus, depois foi agravada pelos romanos. Em Roma, a perseguição cristã começou pelo hipócrita e maldoso Nero, passando pelo cruel Domiciano e outros, terminando com os infernais Diocleciano e Galério, no início do século 4º da era cristã. Eis uma parte do famoso edito de Caio Aurélio Valério Diocles Diocleciano contra os seguidores gratuitos de Cristo:

“Serão arrasadas todas as igrejas cristãs, queimados todos os seus escritos; os cristãos  serão condenados ao suplício, sem distinção alguma (tanto adultos como crianças; membros do cristianismo ou pastores). Ficam sem direto civil, nem poderão reclamar nada contra ninguém. Os que sobrarem passarão a ser escravos de Roma”.

     Seguiu-se a isso um festival de terror. Uma carnificina dolorosa até para se descrever, além de estupros de toda natureza.  Agravando, ainda mais, a impiedade, inventaram-se e executaram-se todos os tipos possíveis de torturas seguidas de morte.  Tal como viria a acontecer, também, nos cinco graus de tortura praticados na Inquisição, os executores romanos, cujo chefe era o terrível carniceiro Galério, agiam como se estivessem se divertindo com os semblantes retorcidos e com os gritos lancinantes dos torturados, fossem eles adultos ou crianças de qualquer idade. O pior é que, sem direitos de cidadãos, não havia como  e a quem reclamar de tanta barbaridade!

     Narrando apenas um fato, como exemplo, o historiador Chantrel conta, em detalhes, que uma senhora mãe de vários filhos foi supliciada do modo mais terrível possível, porque se negou a rejeitar Jesus Cristo, apesar de boas propostas oferecidas a ela. Por conta disso, também os seus filhos pequenos, um a um, foram colocados em aparelhos esticadores, onde os ossos de seus braços e de suas pernas deslocaram-se completamente dos ossos do tronco.  Dando sequência àquela inconcebível impiedade contra as crianças, ainda vivas, no horror da intensa dor, abriam o abdômen e retiravam-lhes os rins. Nos dias em que se seguiram ao edito de Diocleciano, centenas de corpos de cristãos espalhavam-se pelas ruas.  Qualquer bem podia ser tomado de qualquer família cristã, e as cristãs mais bonitas serviam de pasto carnal para as centúrias ou para qualquer romano, pois não podiam reclamar nada, a ninguém.  Os romanos tratavam melhor aos seus cães do que aos cristãos.

Tanto Diocleciano, o Imperador de Roma, e pode-se dizer da Terra, quanto Galério, seu braço direito, seu conselheiro e breve sucessor, tiveram suas carnes apodrecidas ainda em vida. Durante vários meses eles foram corroídos pelos vermes das sepulturas e ninguém -- nem mesmo os seus servos -- conseguia chegar próximo, pois exalavam um mau cheiro de características insuportáveis. Antes, no século 1º, o impiedoso Herodes Agripa, rei dos judeus (Atos 12.23), havia morrido do mesmo modo. Logo após Galério, em 311, Constantino assumiu e mudou os rumos da história cristã. Mas isso é outra história, pois o que parecia uma bênção, acabou se tornando uma maldição. Ver:




Paradoxalmente, pela fraqueza humana quando sujeita a regalias, esse fato viria a constituir-se um mal, pois quando o cristianismo aliou-se aos poderes terrenos, aos reis, quando veio a aninhar-se em palácios, quando papas só de nome se tornaram reis e reis e nobres se tornaram papas; tal como os reis construíram seus próprios palácios, guerrearam e promoveram grandes matanças; quando homens vis e sem honra, faro comum na Igreja, Igreja essa já corrompida  por Satanás, e cometeram os mais graves e torpes crimes da História do Mundo, pois além da impiedade em si, o fizeram achando que era Deus que gerenciava seus atos satânicos e, com o passar dos séculos, apesar de manter as aparências e de se esconderem por traz da religiosidade, necessariamente carregada se símbolos religiosos, progressivamente, a Igreja Católica, numa determinada época, sabemos, fugiu das  características essencialmente cristãs da antiga Igreja Primitiva  e ingressar num lodo dos esgotos mais fétidos possíveis.  E isso durou seis séculos. Seis longos séculos e um pouco mais. Por muitos séculos Satanás comandou o catolicismo, pelo menos os clérigos, todos  eles.

Na verdade, quando, no século VIII, os papas romanos inventaram um ramal religioso chamado catolicismo, com o passar dos séculos, principalmente nos seis séculos de pavor e de horror, quando era mais pecado faltar a uma missa de domingo que matar um judeu, em seus famigerados concílios foram acrescentando adendos não bíblicos ao seu insólito catecismo, e o resultado final foi transformar o catolicismo na maior das seitas do mundo:



Ao distanciar-se da evangelização, lançando a Igreja de Jesus na lama,  ou melhor, fundando um ramal religioso sem fundamentos bíblicos, segundo as resoluções do Concílio de Toulouse, o clero católico ingressou, final e totalmente nas maldições do Apocalipse quanto à Babilônia, pois deu-se licença para torturar, para matar, para sequestrar (roubar) todos os bens dos familiares acusados de “heresia” que nem de defender podiam e ainda, para piorar mais a Satanice papal, ousaram condenar à morte qualquer pessoa  que ousasse ler partes da Bíblia ou traduzir para as línguas nativas.

O Papado romano de Satanás gerenciava mais males que as mortes nas fogueiras, pois foram os responsáveis diretos ou indiretos  dos enforcamentos, das torturas bárbaras, das perseguições implacáveis aos da Bíblia, somente a Bíblia; das trucidações cometidas pelos Cruzados, que foram centenas de milhares, por todas as cidades e povoados pelos quais aquelas turbas passaram; das matanças dos mouros; das matanças dos anabatistas; as matanças traiçoeiras dos huguenotes; as matanças dos Albigenses, de homens, de mulheres e crianças, com gravíssima crueldade, que “assustou” até o papa mandante direto daquele morticínio: Inocêncio III; da matança dos ciganos; da matança dos bruxos e bruxas e homossexuais; da matança dos inimigos; das guerras “religiosas”; da matança dos judeus, cujo ódio pelo clero a eles que se alastrou por todo o mundo causando intensas perseguições e mortes, pois somente na Inglaterra do Rei João Rei provisório, pois estava substituindo seu irmão Rei Ricardo que integrara a Terceira Cruzada dos baderneiros cruzados, foram mortos num dia só quase cinco centenas de judeus, e tudo isso leva ao cálculo de mais mortes provocadas, diretas e indiretamente, pelo clero católico que as mortes registradas na Segunda Guerra Mundial, ou seja, mas de 50 milhões de mortes como é mostrado nos livros colocados ao final.

A continuação das profecias de Jesus quanto a promoverem a violência usando o seu santo nome, na Idade Média, muitos desses homens sem escrúpulos, mormente provindo das classes nobres, por pura ambição temporal conseguiram eleger-se a papas comprando votos ou tomando o cargo de Sumo Pontífice à força e em alguns casos até por envenenamento. Esses tipos de papas promoveram grandes perseguições, altas traições que chegava aos envenenamentos entre eles próprios. Em nome do cristianismo, esses papas reis realizaram tentativas de genocídios a judeus, a cátaros, além de promoverem massacres e horrorosas mortes nas fogueiras da insanidade e em público, “para dar o exemplo” de que ninguém viveria se não se sujeitasse ao domínio dos papas. Além da grave omissão pastoral, para piorar, de modo grave, hipocritamente, tudo era feito em nome de Deus, por conta de uma infalibilidade tamanha que poderia superar seus atos demoníacos.

Fontes na listagem de livros abaixo.


 Santos e PecadoresEamon Duffy.
 Roma, a Igreja e o Anticristo.  Ernesto L. Oliveira:
Babilônia: a religião dos mistérios.  Ralph WOODROW.  

 Os piores assassinos e hereges da história. 1997. Jeovah MENDES.

Quanto a isso, já ouvi um líder católico proferir o maior absurdo religioso que já presenciei em toda a minha, mas que deve representar o satânico pensamento clerical:

“Se um papa elimina a outro para tomar o seu lugar; se o Papa Alexandre VI mandou que sua filha Lucrécia de Bórgia assassinasse seus dois maridos (cada um a seu tempo) para ficar com seus castelos e terras, ou se determinou, por vingança, que o frade Savonarola e seus três auxiliares fossem queimados e enforcados ou se outros cometeram outras tantas barbaridades, ao assinarem um dogma, uma encíclica ou um concílio, será Deus que estará conduzindo a sua, não importa os males que tenham cometido, pois papa é papa!”.   Será que Deus utilizaria verdadeiros servos do demônio para propagar o cristianismo? Creio que todo homem justo afirmará bem alto que não! Papa sempre foi, inclusive hoje servo vivo de Satanás.

“O dragão irou-se com a mulher (a Igreja de Deus) e foi fazer guerra aos outros seus filhos que guardam os Mandamentos de Deus e retêm o testemunho de Cristo”. Apocalipse 12.17.

 Nas profecias do Apocalipse está claro que Satanás venceria os santos, em sua maioria:

Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse, 13.7.

Na Idade Média, por causa dos “sumos pontífices”, falsos profetas que se diziam infalíveis representantes de Deus na Terra, fizeram tudo ao contrário do que Jesus havia ensinado, dessa forma, matar um albigense, um huguenote ou outro “herege” qualquer, constituía pecado menor do que faltar a uma missa do domingo.  Conforme a profecia de Jesus, era irmão matando irmão.

“A vós, ó sacerdotes, dou-vos esta ordem: Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome, diz o Senhor dos exércitos, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldição as vossas bênçãos”.   A ira do Senhor, em Malaquias, 2.1.

Jesus nasceu descendente de Abraão, de Davi, para que se cumprissem os oráculos do Senhor aos profetas. Todavia, por não ter nascido na nobreza e por não ter aceitado a tradição religiosa judaica, a maioria dos compatriotas de Jesus o rejeitou. Os saduceus, príncipes e fariseus que comandavam a Lei e as sinagogas, altamente enciumados e invejosos do natural sucesso de Jesus, do seu carisma, da sua liderança e, principalmente, de suas obras prodigiosas que conquistavam multidões, o perseguiram.  Inconformados com a sua Boa Nova que agredia a tradição secular das leis mosaicas ensinadas por eles nas sinagogas e, sentindo que ele representava uma séria ameaça à dominação deles sobre o povo --  pois a cada dia aumentava mais o número de judeus que abandonavam a tradição da Torá para segui-lo --, vingativos, só não o liquidaram antes por temerem uma revolta dos discípulos dele, que já formavam multidões.   Porém, finalmente, como desejavam, perderam o medo logo depois que Jesus ressuscitou a Lázaro, um morto de quatro dias, pois se não o eliminassem, Jesus acabaria por conquistar todos os judeus que ainda não havia conquistado.

Portanto, determinaram o dia da vingança esperada e tramada por eles, que veio a ocorrer na noite da prisão de Jesus:

 Voltando-se para os príncipes e sacerdotes, disse-lhes: “Saístes armados de espadas e cassetetes para prender-me, como se eu fosse um malfeitor.  Entretanto, eu estava todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra mim;  mas esta é a vossa hora e o poder das trevas”.      Acusações  de Jesus, em  Mateus,  26.55.

E assim, se vingaram mortalmente do justo, que antes os houvera acusado:

 Ai de vós hipócritas! Sois semelhantes aos sepulcros caiados:  Por fora parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos de cadáveres, e de toda espécie de podridão.  Assim também vós,  por fora pareceis justos aos olhos dos  homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”.  Repreensões de Jesus, em  Mateus,  23.27.

“Serpentes! Raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?”. Jesus, em Mateus, 12.33.

“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque fechais o Reino dos Céus aos homens e, para justificar isso, fazem longas orações; por isso, sofrereis um severo castigo”. Jesus, em Mateus, 23.13.

Em Mateus 23, Jesus prossegue proferindo uma dezena de acusações aos autocratas que detinham o poder, e que se prevaleciam da sua situação como chefes do templo, da supremacia sobre o povo para se beneficiarem das mordomias próprias dos cargos de comando e, para garanti-las, chegavam a ponto de prender e assassinar qualquer um que julgassem uma ameaça. Hipocritamente, destacavam a caridade dos profetas, contudo, não a praticavam e, para piorar, aproveitavam-se das viúvas e dos órfãos que representavam grande número na sociedade.  Nos tempos da espada, órfãos e viúvas viviam dependentes da solidariedade do povo, pois eram produtos vivos das frequentes guerras. Muitos guerreiros morriam deixando os seus filhos e mulheres sujeitos à caridade da comunidade.

Os nossos irmãos israelitas não aceitaram a Jesus como sendo o Messias. Ainda hoje, aguardam o seu Messias. Mesmo que nos séculos 17 e 18 tivessem crido que o Messias houvera vindo à Terra na pessoa do judeu Shabbetai Tzevi,  futuramente viriam a descartar essa hipótese, pois ele acabou desertando das leis mosaicas e surpreendentemente abraçou o islamismo.  Por isso tudo, um tanto confusos, aprofundados na tradição formada a partir da Lei Antiga, não conseguem atinar com a verdade tão cristalina quanto acessível, dessa forma, aguardam até hoje a primeira vinda do seu Maschiah.

“... Creio firmemente na vinda do Messias, e ainda que demore, esperarei todo dia a sua vinda”.   Moisés Maimon, Teólogo judeu do século 12 e hoje ainda crêem que o Messias está por vir.

Em Zacarias 9.9, Deus nos revelava que o Messias entraria em Jerusalém montado numa jumenta, e isso realmente aconteceu. Considerando-se que o tempo da montaria animal nas cidades já passou, então os nossos irmãos judeus deveriam concluir que essa é, também, uma indicação de que Messias já veio, de fato, há 2.000 anos, naquela época pastoril.

E todo o povo  (judeu) respondeu  (a Pôncio Pilatos):
  
“Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos“.   Mateus,  27.25.  Para quem não entendeu, por puro ódio de Jesus, os mesmos fariseus aos quais Jesus os chamou de Filhos do Diabo, porque o acusavam frequentemente de Jesus ter violado os sábados, com alta insensatez, CLAMARAM MALDIÇÕES PARA ELES PRÓPRIOS, e a maldição aconteceu por vários séculos e culminando na execução de seis milhões de Judeus pelo carniceiro Hitler.


“Mas a ira do Senhor acabou por atingi-los”.    A palavra, em I Tessalonicenses,  2.16.

E, desse modo, infelizmente, sem nada poderem fazer, os nossos irmãos judeus foram intensamente perseguidos, pois, no ano 70 - alguns anos depois -, o general Tito e suas centúrias tomaram e destruíram Jerusalém e o seu amado templo. Os israelitas que conseguiram escapar da brutal chacina e do suicídio geral, amargurados ao extremo, foram vendidos como escravos. Contam que os romanos  provocaram a morte de pelo menos um milhão de judeus.

Tudo começou no ano 66, no episódio conhecido como Masada.  A dominação romana iniciou-se com o imperador romano Pompeu, que em 63 antes de Cristo invadiu e passou a dominar a Judéia. Na busca da liberdade, os nossos irmãos judeus haviam se rebelado contra as imposições dos poderosos opressores, e essa audácia provocou nesses uma fúria incontida, que resultou, em 70 d.C., numa carnificina só precedida pelos ferozes assírios.  Em 73, ao final do confronto, os israelitas restantes preferiram suicidar-se a se entregar aos romanos. Jesus já havia profetizado em Mateus 24.15  (Daniel, 9.27),  aquela extrema e impiedosa violência: 

“Quando, pois, virdes a abominação e a desolação prevista pelo profeta Daniel (por um novo chefe que virá), posta no lugar santo   (Jerusalém),  então os que se acham na Judeia fujam para os montes;  o que se acha no terraço não desça para tomar coisa alguma de sua casa; o que está no campo não volte atrás para tomar o seu manto. Ai das mulheres que estiverem grávidas ou que amamentarem naqueles dias...” ·

E essa predição de Daniel aconteceu naquele ano 70: o novo chefe que veio de Roma (com seu exército), conforme Daniel, executaram sumariamente os judeus que encontravam.  Impiedosamente, trespassaram à espada o ventre das mulheres grávidas, matando-as e aos seus futuros filhos, e do mesmo modo as mães que amamentavam ou que tinham filhos menores que não podiam fugir e,  horrorizadas, viam os seus filhos queridos morrer, lançados contra as muralhas ou esquartejados pela espada momentos antes que elas também o fossem.  Assim, como previu Jesus, pela dor dupla, as mães e as futuras mães, sofreram muito mais que os demais perseguidos.

“... ai das mulheres grávidas e das que amamentam os seus filhos naqueles dias...”.  Predições de Jesus, em Lucas, 21-23.

  “Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram”. Predições de Jesus, a respeito das terríveis consequências da destruição de Jerusalém, em Lucas, 23.28.

No ano 133/135, durante o reinado de Publius Aelius Hadrianus, os israelitas provocaram uma nova revolta contra a dominação romana, liderada por um tal de  Shimon Bar Kochba, que também conseguiu impor-se, e foi aceito por um certo tempo, como o “verdadeiro Messias”. Em terrível represália a isso, no episodio chamado Massada,  no ano 73, foram mortos pela espada dos centuriões romanos aproximadamente um milhão de judeus e poucos sobraram, e os que restaram foram vendidos como escravos. 

Tão avassaladora foi a extensão da vingança dos romanos contra essa insurreição, que a Judeia deixou de existir como província do império. Os judeus que conseguiram escapar àquele genocídio, extremamente consternados e assustados, espalharam-se pelo mundo, efetivando-se a complementação da diáspora que havia começado com a queda da Babilônia.  

Ai deles, porque fogem de mim. Serão arruinados porque se afastaram de mim, enquanto eu os queria salvar!     Lamentos do Senhor, em Oséias,  7.13.

Israel significa o que vê Deus. O símbolo israelita é a estrela de Davi. Dois triângulos entrelaçados que significam união e glória. Antes, quando agiam fazendo a vontade do Pai, esses dois privilégios faziam deles os senhores do mundo -- quando um guerreiro israelita valia por mil dos inimigos --, mas por muito pouco tempo, e por poucas vezes, porque, em templo maior, exatamente por não terem vivido, com assiduidade, os preceitos de Deus, amargavam muito mais maldições do que bênçãos. 

No tempo de Davi e de Salomão, no século 10º AC, os hebreus formavam um grande povo composto por 12 tribos com os nomes dos 12 filhos de Jacó, atualmente, relegado à tribo de Judá.  Israel poderia ser hoje o povo mais numeroso e invencível da Terra como no tempo de Davi e de Josué, e por demais respeitado como no tempo de paz vivido na era Salomão, como também tão próspero quando na época de Josué, se os filhos de Abraão com Sarah não tivessem se desviado, por tantas vezes, da Aliança que Deus havia feito com eles.  Como o Senhor prometeu a Abraão, e por amor aos descendentes dele, esteve permanentemente a alimentar a Aliança ao ofertar-lhes, por milhares de anos, chances de arrependimento de suas faltas e sempre disposto a premiá-los com a bênção. 

Estudando-se as relações entre o Senhor e os israelitas com a intermediação dos profetas, é fácil chegar à seguinte conclusão: por merecer, por seus atos, a maldição,  mesmo tendo a prerrogativa da bênção, facilmente ao seu alcance,  também o povo da tribo de Judá, a tribo israelita remanescente,  sofreu todo tipo de agressões e de seguidas tentativas de extermínio de sua raça. 

“Hoje dou-vos: Bênção ou maldição:  Bênção se trilhardes os meus caminhos... Maldição se vos desviardes deles...”. Deuteronômio 11:26.   

Sem considerar-se a tradição israelita que tem outros números, mas tendo em conta apenas a História, presume-se, que o povo hebreu, surgiu há pouco mais de 40 séculos.  Presume-se, também, que os chineses, povo mais recente, remontam, provavelmente, há cerca de 40 séculos. No entanto, mesmo com a quase proibição dos casais terem mais de um filho, os chineses, no início do século 21, já alcançavam a marca de 1,5 bilhões de filhos e até os indianos já se aproximavam da marca de um bilhão, mas o número de israelitas, pelo mundo, não passava de 15 milhões (0,02% da Humanidade).  Das doze tribos de Israel só sobrou a de Judá, pois pela desobediência constante e rebeldia contra Deus ele varreu da face da Terra onze, das doze tribos de Israel, e só não exterminou a de Judá, para que se cumprissem as profecias de que o Messias nasceria de Israel.

“...De muitos que éramos, podes ver a quão poucos fomos reduzidos”.   Profecias, em Jeremias,  42.2.

“Se recusardes e vos revoltardes, provareis a espada. É o Senhor quem vos declara”.   Advertência do Senhor, em Isaías, 1.19.

Por conta do clero católico que induzia ao anti-semitismo, pois os papas perseguiam os judeus chamando-os de cachorros, de assassinos de Jesus, confinando-os em guetos, proibindo-os de frequentarem colégios, exatamente por dar esse exemplo, em vários países houve perseguições isoladas aos descendentes judeus, de modo mais agravado na Espanha.   Na Inglaterra, na ausência do rei Ricardo Coração de Leão que havia se integrado à Terceira Cruzada, os judeus que lá viviam foram impiedosamente mortos. Só na cidade de York, foram massacrados, aproximadamente, 500 judeus.  Todos esses massacres foram profetizados por Jesus:

“Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada; porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra;   e assim os inimigos do homem serão os seus familiares”.   Mateus 10:34-36

 Em consequência da predominância da Igreja Católica Romana sobre a Europa Antiga, quando os papas tinham tanto poder que removiam e colocavam reis e imperadores.

O papado romano era formado de verdadeiros lobos em pele de cordeiro, por causa deles os nossos irmãos judeus foram perseguidos, humilhados, estereotipados como demônios, banidos e executados.  Foram intensamente perseguidos não só porque haviam nascido judeus, pois são nossos irmãos em Jesus Cristo, e devem ser amados, mas por exclusiva culpa daqueles falsos cristãos dos séculos passados que se não se orientaram pelo perdão e pela tolerância de Jesus, ao qual tinham de ter seguido à risca por terem se nomeado exclusivos distribuidores das graças de Deus




Os resquícios de ódio insensato avançaram, ainda, no século 20, como está claramente registrado pela História.  No século 20, na França, o caso Dreyfus, Alfred Dreyfus, tornou-se um significativo exemplo da discriminação de todas as gentes imposta aos filhos de Davi, por todo o mundo.

Ainda hoje, no início do século 21, os israelitas têm de conviver com  as agressões violentas, com a insegurança, porque têm de defender o seu território pela força das armas, numa permanente disputa sangrenta com as guerrilhas árabe-palestinas. Atualmente, por todo o mundo ,nossos irmãos israelitas amargaram seguidas manifestações de protestos contra a ocupação das terras que pertenciam à Palestina, agravadas com violentos atentados terroristas, muitos de caráter suicida, praticados contra diversas instituições judaicas pelo mundo.

Em, revide, por não darem crédito à tolerância de Jesus, os israelenses (que só 7% deles são religiosos e apenas 2% desses 7% aceitaram a Jesus), acabaram se tornando muito antipáticos pelo mundo, pois na busca de terroristas acabam por assassinar centenas de civis, a maioria pobre, tanto na Palestina quanto no Líbano.

Desde 1993, época em que se iniciou o movimento pela paz na região, apenas até os meados de 1997, já tinham acontecido 18 graves atentados de palestinos radicais contra Israel, nos quais morreram, tragicamente, quase três centenas de pessoas, na maioria, civis, e as que não faleceram, ficaram com lesões físicas e psicológicas. Radicais xiitas se propõem a explodir aviões lotados de passageiros, com o impiedoso objetivo de  matar apenas um judeu visado.  Explodem  estabelecimentos lotados de inocentes somente para chamar a atenção do mundo para seus problemas nacionalistas. Exemplo maior disso foi a destruição das duas torres do World Trade Center, em setembro de 2001, nos EUA.   Jesus já havia previsto a sina judaica, há 2.000 anos:

“Jerusalém! Jerusalém! Que matais os profetas e apedrejais os enviados de Deus; quantas vezes eu quis ajuntar os vossos, como a galinha abriga a sua ninhada debaixo de suas asas, mas não quisestes.  Digo-vos, porém, que não me vereis até que venha o dia em que digais:   “Bendito o que vem em nome do Senhor!”   Advertência e profecias de Jesus,  em Mateus,  23.37. 




As primeiras perseguições aos seguidores de Cristo, chamados de membros da "seita no Nazareno" foram promovidas pelos próprios judeus, de modo violento. Depois, em diversas partes do mundo, injustamente, os nossos irmãos israelitas passaram à condição de perseguidos. Por séculos, foram humilhados; tiveram seus filhos tomados à força pelo clero, na tentativa de educá-los conforme os preceitos do catolicismo, como aconteceu com o satânico papa Pio IX, que tomou dos pais Edgard Mortara o batizou à força e, integrado ao Vaticano foi foi ordenado sacerdote católico, também Portugal da Inquisição.  Além disso, os judeus tiveram seus bens confiscados pelos agentes da Inquisição e foram desonrados e mortos nos séculos seguintes quase ao extermínio, pois hoje, 2017, os judeus pelo mundo não passam de 15 milhões de almas.

Por mais incrível que possa parecer, o tal Pio IX de 1870, o último dos papas reis, foi "santificado" pelo papa João Paulo II, o maior canonizador do mundo.

“Chorai por vós e por vossa descendência, pois os outeiros e as montanhas cairão sobre as vossas cabeças”.  Predições diretas de Jesus, em Lucas, 23.30.

Porém, visto que eles não perseveraram na minha aliança, eu me desinteressei deles.  A Palavra do Senhor, em Hebreus, 8.9.



Creio que todos os seguimentos religiosos procuram buscar a Deus e devem ser respeitadas todas as crenças religiosas e suas tradições, por isso, é justo que todos devem ter direito ao livre exercício religioso ou mesmo de abster-se de qualquer crença.  Todavia, qualquer um que se propuser a estudar e a meditar, cuidadosamente, sobre todos os acontecimentos que envolveram os israelitas antes e depois de Cristo, sem nenhum sentido de julgamento religioso, chegará à natural conclusão de que se nossos amados irmãos judeus tivessem, de coração e por sua própria vontade e por amor, aceito a Cristo como o Celeste Mensageiro, como o próprio Filho de Deus que veio à Terra principalmente por amor a eles próprios, pois mesmo completamente inocente sofreu horrores para redimir a Humanidade, não teriam perseguido mortalmente a Jesus nem aos seus apóstolos.  Se assim houvesse acontecido, é bem possível e natural presumir que não teriam provocado aquelas futuras gerações de ódio criadas por falsos cristãos da Idade Média, e as milenares perseguições a eles nem teriam começado e seriam, hoje, um povo numeroso.

“Por isso eu vos digo: O reino de Deus vos será tirado e entregue a um povo que produzirá frutos”.       Sentenças de Jesus, em Mateus,   21.43.

 Quem não está comigo,  está contra mim”.      


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Do mesmo modo como pensam os muçulmanos, que buscam a Deus pelo seu Alcorão, a maioria dos nossos irmãos judeus da Torá considera Jesus apenas como mais um profeta. A maioria israelita não aceita que alguém sem nobreza alguma e que tenha sido humilhado e morto de forma tão ignominiosa pudesse ser o aguardado Messias, principalmente porque ainda estava sempre a agredir a tradição de Moisés, apesar de que, quanto ao sábado, Jesus nunca o agrediu.  Uma vez Jesus até se fez entender que parecia que desrespeitava os sábados, mas ele mesmo o guardava e como defendeu de modo irrevogável, irretratável, insofismável, indiscutível, e inconfundível as Dez Leis de Moisés, afirmando, sem nenhum equívoco, sem nenhuma outra opção de interpretação, que o Universo inteiro seria arrasado antes que uma só letra fosse retirada das leis, e nessas Dez Leis está o santo sábado (Mateus, 5.17 e seguintes).

Altamente coerente, Jesus guardava os sábados:

"Voltando a Nazaré, onde fora criado, Jesus entrou, num sábado, na sinagoga, como era de seu costume....".  Lucas, 4.16

Jesus avisou que apenas APARENTAVA que desrespeitava os sábados ao praticar a caridade nesse dia:

“Se um homem pode ser circundado num sábado, para que a Lei de Moisés não seja violada, por que vos indignais contra mim, pelo fato de eu ter curado num sábado, ao todo, um homem? Não julgueis pela aparência, mas, sim, pela reta Justiça”.  Jesus em João, 7.23 e 24.

Por isso mesmo, irritado com tanta perseguição e acusações injustas por parte dos maiorias e fariseus do templo, Jesus nomeou-os como FILHOS DO DIABO. Veja que todos aqueles, DE HOJE, que tentam fazer crer que Jesus trabalhava aos sábados estão, também, nesta situação maldita de FILHOS DO DIABO:


“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47




Sendo assim, de forma alguma reconhece a sua divindade como o Santo Filho de Deus, profusamente divulgado pelo Espírito Santo por intermédio de inúmeros profetas, também israelitas. Assim está escrito em várias passagens nas Escrituras, tanto no Primeiro quanto no Novo Testamento. Para os judeus só existe um único Testamento, o Primeiro, pois não reconhecem o Evangelho de Jesus Cristo como real e definitiva complementação da mensagem de Deus aos homens.

"Por isso, até o dia de hoje, quando lêem  Moisés,  um véu cobre-lhes o coração".  Palavras do Senhor, em   II Coríntios,  3.15.

"Esse véu só será tirado quando se converterem ao Senhor  (aceitando a Jesus)". Revelações do Senhor, em II Coríntios, 3, 16.

A maioria dos nossos irmãos judeus não aceitou Jesus, porque julgou que ele havia vindo agredir as suas tradições seculares, ao que ele respondeu,  dando a entender que era justamente a tradição dos homens que estava a agredir a Lei:

 “Acaso não foi Moisés quem vos deu a Lei?  No entanto, ninguém de vós cumpre a Lei”.     Explícita e direta advertência de Cristo, em João,  7.19. 

No entanto, felizmente, com a graça de Deus, esse quadro vai mudar, porque Jesus profetizou, em João 10.16, que no fim dos tempos haverá um só rebanho e um só pastor. Por tudo isso, entendemos, portanto, que tudo vai girar em torno do cristianismo. Hoje sabemos que já existem, entre os nossos irmãos judeus, muitos adeptos que aceitaram a Jesus como o legítimo Messias, como o celeste mensageiro. Pelo mundo, já existem Sites na Internet e livros editados por escritores judeus que induzem seus outros irmãos israelitas à conversão cristã, 
assim como a obra: “Jóias das Escrituras”.  Existem, também, sites judeus cristãos, tal como o site cristão-israelita muito importante: www.israelitas.com.br ainda acompanhado de um programa na TV, denominada: “Congregação Israelita da Nova Aliança”, que se aproxima muito em seus ensinamentos da Igreja Adventista do Sétimo Dia e outras que santifica os santos e solenes sábados de Deus, como assim ele os denomina em Deuteronômio 5, ao chamá-lo Dia do Senhor. No mais, em diversos preceitos do Antigo Testamento, o sábado é denominado como santo e solene. 






É fácil entender que para haver um só rebanho e um só pastor, e como o Bom Pastor é Jesus Cristo, os israelitas poderão vir a reconhecê-lo e a aceitar o Evangelho como o único caminho para a salvação. Mas dificilmente se converterão ao catolicismo, pois tal como os evangélicos vêem as imagens católicas e o culto exagerado à mãe de Jesus como coisas absolutamente dispensáveis, com de fato o são, pois Jesus nomeou-se o único intermediário e dispensou intermediários entre ele próprio e os homens. Fundamentam-se, com razão, na proibição contida no Primeiro, Segundo e o Quarto  Mandamento escrito por Deus nas duas tábuas de pedra entregues a Moisés, em Deuteronômio, 5.8, que o clero católico teve a ousadia de mudar os textos da forma como “achou que devia”:

1)  “Não terás outros deuses diante de mim”.

2)  “Não farás para ti imagem de escultura nem figura alguma do que está no céu; do que está embaixo, na Terra, nem do que está nas águas, debaixo da terra. Não adorarás tais coisas e nem lhes prestará culto”.

4) “Lembra-te de santificar o dia do sábado. Trabalharás durante seis dias e farás neles todas as tuas obras. O sétimo dia, portanto, é o sábado do Senhor e não farás nele obra alguma... Porque o Senhor santificou e abençoou o dia de sábado. Não farás nele trabalho algum, nem tua mulher, nem teus filhos, nem teus servos, nem teus animais...”.

  “Eu sou o único caminho, a verdade a vida.   Ninguém irá ao Pai senão por mim!”. A verdade de Jesus,  em  João,  14.6.

É sabido que os nossos amados irmãos judeus são dotados de invejável argúcia no trato com os negócios e, quando alguns de seus membros se sobressaem nos seguimentos das artes e das ciências esse destaque é sempre bem acentuado. É também por demais conhecida a sua especial predileção e habilidade para o mercantilismo.  Na antiguidade, já era latente essa prerrogativa, como o talento administrativo de José, filho de Jacó.   Por seu talento em interpretar sonhos e por seu bom nível cultural natural, José foi tirado das masmorras para ser o maior administrador que o Egito havia tido, e atuou de modo tão destacado que, mesmo sendo estrangeiro, apesar de todas as invejas mil, por importância e poder, na corte, acima dele, só havia o poderoso faraó.

Nas Sagradas Escrituras estão registrados vários exemplos da eficiência maior dos estrangeiros judeus em outros reinos, como as atuações de Abraão, de Moisés, que se distinguiram também no Egito; como Mardoqueu e como o brilhante Daniel e seus amigos, na Babilônia de Nabucodonosor.  Por todo o mundo é nítida a predominância dos descendentes judeus nas mais altas esferas de riqueza e poder. Nos Estados Unidos é impressionante a presença e a atuação dos judeus nas posições chave da alta burocracia federal, nos poderes legislativo, executivo e judiciário, como também nas empresas, e por aí afora.  Afinal, não foi a visível predominância judia, na economia alemã, ocorrida após a Primeira Guerra Mundial, a maior causa do ódio de Hitler?   

Sabe-se que a formação e a predominância do Estado de Israel na região da Palestina foi fruto de fortes destaques nas principais nações, influências políticas de ilustres judeus, tais como Theodor Herzl,  Mordecai Noah,  Lawrence Oliphant, David Ben-Gurion (David Gruen) e outros.  Na verdade, graças a isso, Israel, mesmo que pequeno como Estado -- pois só tem 20.850 Km2 --, é um reduto democrático intocável.  E todos esses fatos constituem uma constante reafirmação da imutável palavra de Deus nas Escrituras, porque os judeus ainda vivem os remanescentes da herança maior de ser o povo escolhido,  apesar de todos os castigos por que passaram, por conta da determinação do Senhor, quando se dirigiu a eles por intermédio de Moisés, ao propor-lhes a felicidade ou a desdita, quando solenemente promulgou:

 “Hoje dou-vos: Bênção ou maldição:  Bênção se trilhardes os meus caminhos... Maldição se vos desviardes deles...”. Deuteronômio 11:26.   

As profecias de Jesus, quanto a muitos que viriam a morrer por seu nome, vêm se confirmando desde a sua própria execução.  Começando entre os judeus que, de início, executaram o inocente Estêvão (Atos dos apóstolos, 7.58), e depois com as mortais perseguições aos discípulos de Jesus que partiram, inicialmente, de seu povo, e depois foram agravadas pelas romanas, esses procedimentos cruéis foram seguidos por outros povos até nossos dias.

A primeira guerra que teve como motivo principal a rejeição ao cristianismo ocorreu no ano de 321 e durou 2 anos. Valério Licínio, imperador romano do Oriente, não aceitou que o imperador romano do ocidente, Constantino, protegesse os cristãos. Licínio odiava gratuitamente os cristãos e, por isso, ao movimentar forças guerreiras contra Constantino foi derrotado.  Nesse nosso século 20, na década de 30, durante a revolução comunista na Espanha, milhares de seguidores de Cristo, tanto católicos quanto protestantes, foram executados sumariamente. 

Se antes, pela atroz Inquisição espanhola, os reis Fernando e Isabel de Castela, em comunhão com o clérigo Torquemada e o Papa Sisto IV, haviam torturado e executado milhares de “hereges” e dentre esses milhares de nossos irmãos judeus, dessa vez, aproximadamente, 6 mil religiosos católicos e outros cristãos foram executados naquela insensata revolução comunista. A mesma violência ocorreu em outros locais e épocas, como nas ditaduras aterrorizantes de Lenin e de Stalin. No Japão, após a proibição do cristianismo no país, qualquer cristão católico que não escarnecesse o Cristo, que não cuspisse e pisasse no crucifixo, era sumariamente executado por ordem do imperador. Tudo isso havia sido profetizado por Jesus, em Mateus, 10.35.

Na Idade Média, na Inquisição, confirmando, também, as profecias de Jesus quando revelou que ele seria motivo de discórdia mortal, milhares de cristãos que só queriam se desligar da alta corrupção clerical e seguir estritamente a Bíblia foram mortos de forma horrorosa. Por culpa de homens da nobreza, sem honra, infiltrados no papado, os que tentavam se desvencilhar do catolicismo e se guiar unicamente pelos preceitos das Escrituras foram perseguidos, humilhados, torturados, desonrados, as famílias deles despojadas dos seus bens e executados em cumplicidade com os que governavam. Dessa forma, lembramos aqui a Noite de São Bartolomeu, na França do século 16. Nessa noite, “em nome de Deus”, aproximadamente 3.000 dissidentes católicos foram mortos à traição e 17.000 outros foram executados nos dias subsequentes, por todo o país. Era tão feroz tais perseguições religiosas que bastava apenas alguém insinuar que uma tal pessoa era um herege e essa seria presa de imediato e permanecia incomunicável. Nem sua família poderia visitá-lo; todos os bens dos familiares do preso eram confiscados em favor do Estado e da Nobreza Clerical, deixando as famílias dos acusados à míngua.
  
Citando mais alguns exemplos das profecias de Jesus, milhares morreram defendendo as suas tradições religiosas, como nas sangrentas guerras da expansão muçulmana; na guerra dos trinta anos do século 17, na qual até grupos católicos lutaram entre si.  Isso continuou acontecendo, também, nas guerras ocorridas na Irlanda; nas disputas sangrentas  tais como, no Líbano,  na  ex-Iugoslávia,  no Timor, na Índia, na Indonésia, no Paquistão, na Argélia...

 “Não julgueis que vim trazer paz a terra.  Vim trazer não a paz, mas a  espada”.


Sabemos que os israelitas são  descendentes de Abraão e de Sara, pais de Isaac que por sua vez, gerou Jacó,  mas os árabes, a maioria seguidores de Maomé, são também descendentes de Abraão. Mas são filhos de Abraão com a escrava egípcia Agar, que gerou Ismael, patriarca desse numeroso povo. 

 "Mas também do filho desta serva farei uma nação, porquanto é tua descendência".  Gênesis 21:13.

Tanto os judeus de Isaac quanto os árabes de Ismael são povos semitas -- descendentes de Sem.  Mas, biblicamente,  nós cristãos entendemos que Isaac foi figura muito mais importante do que a de Ismael, porque Isaac tornou-se o filho da Promessa, pois de sua prole nasceria o Messias Salvador com sua mensagem de paz e de perdão incondicional.  Os muçulmanos, os islâmicos,  seguem seu livro sagrado, o Al Koran, e por ele buscam a Deus.




Tal como no catolicismo aconteceu, também, a intolerância religiosa no islamismo. Trata-se do seguimento radical xiita.  Esse radicalismo religioso -- que forma jovens suicidas e guerreiros que degolam povoados inteiros, desde bebês até anciãos, seus compatriotas, apenas porque esses tentam se livrar de alguns rígidos preceitos religiosos -- é uma característica da última década do século 20, e não deve ser compartilhado por todo o seguimento islâmico praticado por nossos irmãos muçulmanos. Isso acontece porque, se por um lado o seu Alcorão aprova a pena de morte, por outro, permite uma postura condescendente em relação a outras religiões.  Foi por isso que, mesmo nos países conquistados pelo sangue, os não radicais mostraram-se condescendentes com outras práticas religiosas.

A religião exterior e o fanatismo das correntes xiitas conduzem a graves tragédias. Na Argélia, só nos primeiros dias de 1998, os islâmicos radicais, fanáticos, trucidaram -- em nome de Alá -- aproximadamente 1.000 civis, tanto homens quanto mulheres e até crianças de todas as idades, foram executados por degolação, a golpes de enxada, foice e facão.

 Ouvi alguém retrucar: “Você escreve sobre o amor de Jesus, mas critica outras práticas religiosas, então, não está sendo incoerente?”  Mas, como não me insurgir contra a atroz Inquisição católica se tantos ódios e matanças; contra radicalismos religiosos dos tais xiitas e de outros grupos radicais que praticam violência dizendo que o fazem em nome do Criador?  No início de 1998, vi estarrecido e chorei muito com imagens registradas na revista Veja, de meninos e meninas de várias idades, dependuradas pelo pescoço em galpões, como bodes no matadouro, com as gargantas cortadas, profundamente, por radicais xiitas de sua própria gente.  Por isso, temos de defender o real sentimento cristão com ênfase, até a morte, se preciso, porque, se praticado por todos, como se deve, todos os problemas da Terra seriam resolvidos pelo diálogo e pela paz.  Não há, nunca houve e jamais haverá um só ato de violência grave praticada por cristãos convictos, por cristãos realmente verdadeiros. Lembramos, aqui, que a principal condição de um cristão verdadeiro, além da Obediência a Deus Pai  é a prática do perdão incondicional, da tolerância, da passividade, da mansidão e do amor ao semelhante, pois só assim o cristão cumpre o mandamento do amor a Deus, acima de tudo.

Os mandamentos de Deus promulgados e propagados no Monte Sinai, foram e são tão importantes, pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.


Normalmente o homem é influenciado pelo meio em que vive. Se um homem nasce num lar muçulmano, judeu, budista..., dificilmente deixará de seguir a mesma religião de seus pais. Conforme os entendidos, até aos doze anos de idade, a criança passa por um processo que é chamado, tecnicamente, de período da lateralização.  No tempo em que dura esse processo, numa das partes do cérebro acontece um tipo de  maturação do aprendizado. Por isso, tudo o que uma criança aprende nas idades de 6 a 12 anos fica registrado na sua mente, de modo permanente. Assim, como a criança nasce com o “cérebro vazio”, as primeiras informações religiosas que recebe, permanecem como única verdade.  Por tudo isso, dificilmente um indivíduo vai questionar qualquer preceito aprendido na infância. É mais fácil ele ver erro nas outras religiões.

De modo geral, os filhos acompanham as crenças de seus pais, e dificilmente abandonam a tradição que veio deles, porque, normalmente, quando pequenos, quando as suas mentes estão abertas ao aprendizado, aceitam a primeira crença que de certa forma lhes foi imposta, rechaçando, depois,  qualquer outra pela qual tentem conquistá-los.  A religião praticada pelos pais é normalmente repassada aos filhos e, geralmente, torna-se perene, pois dificilmente argumento algum conseguirá demovê-los de tal tradição religiosa. Sendo assim, para eles, quase todas as outras religiões passam a ser, no mínimo, contestáveis e, em alguns casos, são vistas de modo hostil, pois além de os praticantes de outras crenças “estranhas” não guardarem a sua, aparentemente até agridem os preceitos daquela tradição religiosa que veio dos seus pais.  Atendo-se a essa tese, por que, então, aceitar a religião de Jesus, transmitida também dessa forma por nossos pais?    Jesus disse:

“Pelos seus frutos os conhecereis” .     Mateus, 15.3.

Eu creio firmemente de todo o coração que Jesus Cristo é o  Filho de Deus  feito homem,  e que colocado na Terra menor que os anjos, trouxe a Verdade que conduz ao reino de Deus, e que concede a sua paz, ainda aqui na Terra, não só a paz interior, pois se os preceitos básicos que formam o cristianismo fossem seguidos, na Terra não haveria mais nenhuma disputa, guerras, injustiças, nem pobres muito pobres, nem ricos muito ricos, nem fome nem órfãos de pais vivos, tampouco sofrimento ou abandono.  Creio, também, porque pelo estudo das Sagradas Escrituras vejo que tudo faz sentido: os oráculos do Senhor aos seus profetas, anunciando a vinda do Filho e a certeza de sua presença na Terra, quando instituiu a Boa Nova, cujas maravilhosas mensagens sobrepõem-se, sobremaneira, às mensagens de todos os profetas havidos juntos. 
Creio em Jesus Cristo como a Única Verdade e a vitória, substancialmente pelos frutos que por seu nome produziu em minha vida, e na vida de muitos outros dos quais sou testemunha viva.  Essas graças se colhem quando está presente o real sentimento cristão, quando reina a fé inabalável no poder de Deus.

"...Por isso, Deus o exaltou soberanamente, e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que, ao nome de Jesus, se dobrem todos os joelhos no céu, na terra, e nos infernos, E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é o Senhor!".   Revelações do Espírito Santo de Deus, em Filipenses, 2.5.

Confirmando que o legado de Cristo se estenderá a todas as gerações, e nessa herança está inclusa a autoridade para expulsar males do corpo em seu Santo Nome, citando apenas um de vários exemplos, eu testemunho que aos cinquenta anos agravou-se o estado de sofrimento que eu vinha tendo por duas décadas, com constantes deslocamentos da coluna vertebral -- o mal da coluna, no popular --,  agravados pelas constantes inflamações do nervo ciático.   Num dia do ano de  l993, repetindo situações anteriores, eu caí prostrado ao chão da minha sala com horríveis dores e com a vista semi-escurecida. Naquele momento, lembrando João,   14.12,  eu invoquei o Senhor:

 ‘’Senhor Altíssimo Deus, em nome de Jesus Cristo vosso Filho, curai-me definitivamente deste mal, para que eu possa vos glorificar com saúde”.

Lembro-me de que, antes disso, sempre que sobrevinha uma das frequentes crises, eu tinha de procurar massagistas, tomar remédios e andar torto por alguns dias, contudo,  jamais me esquecerei: desde aquele momento de fé,  senti que fiquei  completamente curado, não sentindo mais nenhuma dor a partir da manhã do dia seguinte!  Mesmo sem tomar qualquer cuidado, e até vindo a abusar da situação, jamais voltei a sentir qualquer manifestação incômoda.

Para ser atendido pela bondade do Senhor, graças à minha emergente fé, não necessitei procurar ajuda alguma de nenhum ser sobre a Terra, nem de nenhuma personalidade humana; tampouco procurei ajuda das cirurgias místicas que necessitam de médiuns que usam instrumentos cirúrgicos e outros apetrechos médicos, não sem sangue, por isso, limitei-me a buscar o poder diretamente do Espírito Santo de Deus, em nome de Jesus.  Jesus Cristo é a ligação espiritual absolutamente suficiente entre nós humildes e Deus glorioso.   Por todos estes motivos fortes é que procuro me aproximar, sempre, de Jesus, cada vez mais consciente da extrema importância do real sentimento cristão que, além de salvar, no céu, traz, também, a paz aqui na Terra aos que se orientam por seus preceitos. Por tudo o que ele me concedeu, se não pensasse e não agisse assim, quão ingrato, injusto e insensato eu seria!

Quantos aos médiuns, quem crê, realmente, na palavra cristalina do Espírito Santo de Deus, abomina-os e a tudo o que representam. Nada há nenhum preceito na Bíblia que legitime a ação dos que incorporam espíritos, ao contrário, a palavra os recrimina:

  "Não se ligue o homem ao espiritismo ou à evocação dos mortos".            Advertência do Senhor, em Deuteronômio, 18.10.

Somente o cristianismo produz frutos perenes! 

Jesus não veio para formar estruturas ou seguimentos religiosos, mas, sim, para o homem, para os corações, para as consciências.  Pelo Filho, o Pai concedeu a todos a herança da real manifestação cristã. Essa herança é o próprio Evangelho que está disponível a todos. Mas, só vale o que está escrito no Evangelho.  Tudo o que possa ter sido acrescentado a ele, embora tenha vindo a transformar-se em tradição religiosa, é nocivo e desastroso ao verdadeiro conceito do cristianismo. 

Não adianta frequentar nenhuma ordem religiosa se faltar o real sentimento cristão: aceitar a Jesus de todo o coração, por inteiro, com todos os seus preceitos, mas sem nada acrescentar a eles e, sobretudo, viver por eles. Isto significa nascer de novo!

Nascer de novo também significa ser mais cristão fora do templo que no seu interior. No templo é muito fácil demonstrar-se cristão, pois a corrente é altamente favorável, pois quase sempre os pastores pregam a prosperidade e de vitória material, que gera aplausos, palmas e murmúrios de aprovação, onde todos clamam Senhor! Senhor, mas lá fora, no dia a dia é que se revelam os verdadeiros cristãos, pois diferente do templo, as dificuldades de revelar-se verdadeiro cristão se sobrepõem.

Lembro aqui a Parábola do Samaritano   (Lucas 10:33), onde Jesus elegeu um considerado pagão como muito mais cristão que os do templo, pois mostrou-se ser mais cristãos que eles.

Porque debaixo do céu, nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devam ser salvos.  Revelações do Espírito Santo de Deus, a respeito de Jesus. Atos dos Apóstolos,  4.12.

E quanto a outras seitas: quais os frutos benéficos que produzem os seguidores das seitas dos orixás, iemanjás, candomblés, macumbaria, vodus, umbanda, espiritismo de evocação e incorporação de mortos, de “fechamento de corpo”  e outras criações do homem?  São obras soturnas, do reino das sombras.   Pelos incontáveis testemunhos que tenho ouvido e, em algumas vezes presenciado,  só trazem antifrutos, sofrimentos, dissabores, tormentos psíquicos,  atraso de vida e outros males.  Conforme apontamentos que li, e por testemunho pessoal, alguns de seus adeptos enlouquecem e nos manicômios há muitos deles.

Não vos deixeis desviar pela diversidade de doutrinas estranhas. 
Advertência do Senhor Deus,  em  Hebreus,  13.9.

Só Jesus produz frutos!      A diferença é Jesus!
                                                                                                                 
A religião de Jesus não é fácil de ser exercida como se deve, e assim, existem religiões e seitas para todo tipo de gosto, mas seus preceitos não conseguem ir ao cerne da questão porque não têm Jesus como único elo que nos liga a Deus. Por isso, as religiões que não têm Jesus como o único caminho, não produzem frutos; não conseguem legitimar suas mensagens com prodígios saudáveis, com a paz verdadeira e progressão espiritual legítima.

Existe, também, aquele Jesus comum que muitos usam para preencher espaços “espirituais” na mídia. Como exemplo disso, outro dia liguei a TV e por curiosidade assisti a um programa no qual o apresentador falava dos preceitos de Jesus, como também exaltava bastante sua mãe Maria e se dizia devoto dela, mas, em seguida, apresentava uma jogadora de búzios e suas “adivinhações”. Logo em seguida, passou a elogiar uma bela moça ao seu lado e exibia, ao público telespectador, as fotos dela nua publicadas numa revista. 

Existem outras seitas, predominantemente as de origens asiáticas e americanas, falsas cristãs, sendo a maior delas a dos mórmons de Joseph Smith.  Essas seitas falam de Jesus, porém, de forma confusa, pois seguem seu livro próprio, dito sagrado, em detrimento da Bíblia e, apesar de conter determinados trechos que encerram correlações com os preceitos do Evangelho se misturam com intrincados preceitos pagãos, visivelmente criados pelo homem, que de modo algum refletem a verdadeira, a límpida, a cristalina religião de Cristo. A religião de Jesus é a única  que não foi criada pelos homens para tentar buscar a Deus,  mas, sim, a única que foi criada por ele,  para efetivamente buscar os homens para si!

Entortar garfos e facas e produzir fogo com o olhar são  apenas curiosidades inúteis,  pois, na prática, esses procedimentos não servem para nada.   Quem quer fogo fora de hora, garfos ou colheres retorcidas? Outro dia, um padre católico romano, latino, estranho e controverso, que se designa paranormal, exibiu-se pela TV trespassando o couro de sua garganta com um ferro, presumivelmente, sem sentir dor. Num outro dia exibiu-se engolindo muitas agulhas de costura. Já vi pessoas andarem descalças sobre carvões em brasa, corpos de "santos" que não apodrecem, nos subsolos do Vaticano, coisas nada bíblicas, nacos de carne e sangue que surgem na boca de algumas mulheres que "comungavam". Esses tipos de conduta s paranormais nada têm a ver com a real fé cristã. Jesus nunca produziu prodígios inúteis, de exibição ou paranormalidades.

“...  Essa raça perversa e adúltera pede um milagre...”. Mateus 16.

       Por curiosidade, esse padre esquisito não acredita na atuação de Satanás e seus demônios na Terra, e propaga isso com insistência, apesar de as Escrituras conterem revelações conclusivas a respeito.

 “...e Satanás foi fazer guerra ao resto de sua descendência, porque guardavam os mandamentos de Deus e os testemunhos de Jesus”.
    Revelações do Espírito Santo de Deus, no Apocalipse, 12.17.

 “Ai da Terra e do mar, porque o demônio desceu a vós com grande ira, porque sabe que lhe resta pouco tempo!”  Revelações do Espírito Santo de Deus, no Apocalipse, 12.12.

Sede sóbrios e vigiai, porque o demônio, vosso adversário, anda em vossa volta, rugindo como um leão buscando a quem devorar. 1 Epístola de Pedro, 5.8.


Por isso tudo eu pergunto: Está certo aquele padre ao contestar a palavra de Deus, à qual teria a obrigação de pregar?

De tal forma Jesus enfrentou os fortes poderes religiosos tradicionalmente constituídos, bem como os poderes estatais  judeus e romanos que, somente pelas predições que fariam dele um rei, tentaram matá-lo ainda bebê. Contudo, só o conseguiram por vontade do Altíssimo, quando se completou o seu tempo na Terra. Portanto, mesmo pregando a humildade e o amor até aos considerados inimigos, tornou-se um certo tipo de revolucionário, um líder verdadeiro que se opôs, com rigor, aos poderes terrenos e um contumaz inimigo do demônio, não se misturando com os poderosos do mundos, diferenciando-se deles ao responder: "Dai a César o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus". 

"Coragem!  Eu venci o mundo!"      Profecia de Jesus,  em  João,  16.33.

Cristo quis dizer com isso que, sendo homem, e sujeito a todas as fraquezas a que todos estamos sujeitos, em momento algum se deixou tomar pelos chamados do mundo. Viveu exclusivamente em virtude das coisas do céu e isso significava a semente que germinaria o real sentimento cristão que tomaria o mundo. Sabia que isso era o mais importante e nos deixou esse claro exemplo. 

É notável, também, como Cristo tem conquistado o mundo. O controverso Constantino -- mesmo sendo um falso cristão, pois continuou a assassinar pessoas e até se próprio filho Crispu a chicotadas,  apenas por motivos sentimentais --, o imperador romano do século 4º, ao declarar-se cristão, começou por proibir os cruéis e impiedosos circos, nos quais os gladiadores eram obrigados a se matarem mutuamente. Proibiu, também, as terríveis crucifixões que matavam lenta e dolorosamente, porque o penalizado não morria em decorrência dos cravos nos pés e nas mãos. Depois de muito sofrimento, os soldados romanos quebravam as pernas dos torturados e assim, o sofrimento aumentava mais ainda o que ocasionava uma morte mais rápida. Os romanos agiam assim até com escravos rebeldes ou fugitivos. Constantino fez com que o peso da escravidão fosse amainado. A partir do consenso da igualdade entre todos os homens pelos iluministas, muitas coisas têm mudado. 

Cristo venceu sem armas, sem exércitos e, se tivesse deixado para vir nesta época, e se viesse do modo como veio: na humildade de um carpinteiro que se fez líder pregando a paz, a igualdade, o anti-racismo, a partilha, a solidariedade, podem estar certos de que o eliminariam também.   Pelo estado de pecado dos homens, pelo apego às coisas terrenas, aos modernismos, ao comodismo, e pela insensibilidade para com as coisas do Senhor Deus, de modo cada vez mais agravado, não poderiam reconhecer nele o Messias, e por certo o liquidariam.  Certamente, não morreria numa cruz, mas seria morto de outro modo,  como já executaram vários ilustres homens que propagavam e viviam a paz e a igualdade.  Alguém duvida?

“Se eles fazem isso ao lenho verde, o que farão, então, com o seco?” Jesus, o lenho verde, a caminho da cruz, em Lucas, 23.31.
  
Outro dia, ouvi um professor de marketing dizer que a maior figura publicitária do mundo foi Jesus.  Mesmo depois de mais de 2.000 anos de sua atuação messiânica sobre a Terra e, mesmo tendo vivido fisicamente menos da metade de uma vida, e mesmo provindo da pobreza ele ainda é o personagem mais falado, mais famoso, mais discutido, mais disputado, mais procurado, mais seguido, mais meditado, mais respeitado, o mais propagado gratuitamente e o mais amado de todos os tempos.   Quanto a isso, podemos completar ainda que foi, é  e o será, até que se completem os tempos, quando  então  voltará, agora perfeitamente visível aos nossos olhos. Cristo não poderá voltar, novamente, na humildade, pois a humildade não combina com a grandeza de Rei Universal e,  como tal,   virá em inenarrável glória, acompanhado de legiões de anjos  - como revela o Apocalipse  -, e será aclamado pelos justos e temido mortalmente pelos que não o aceitaram como o Messias enviado por Deus, mesmo com todas as oportunidades lhes concedidas.  Infelizmente, para esses, naquela hora, não haverá mais tempo para arrependimento.  Na hora em que o relógio de Deus zerar os dígitos decrescentes da consumação dos séculos, de nada mais adiantará chorar ou se arrepender.

“Em verdade, em verdade vos digo:  Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão.  Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém sabe,  nem mesmo os anjos do céu,  mas somente o Pai”.   Profecia de Jesus,  em  Mateus,  24.35.

“Ele nos mandou pregar aos povos, e testemunhar que ele é quem foi constituído por Deus,  Juiz dos mortos e dos vivos”.   
Predicados de Jesus, nos Atos dos Apóstolos, 10.42.

“Haverá o dia em que teremos de comparecer ao tribunal de Cristo. Ali, cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito, enquanto  estava  no  corpo”.     Justiça do Senhor Deus,  em  II  Coríntios,  5.10.

Contudo, aquele publicitário não entrou no mérito da questão: o porquê do sucesso de Jesus.  Ora, Jesus não foi um santo vivo ou um profeta qualquer, mas, sim, o próprio Filho de Deus feito homem que a nós foi enviado pelo Pai como uma nova esperança contida na sua Nova Mensagem que consolidou os termos para a salvação eterna.   Jesus, a sabedoria em pessoa, fez tudo o que pôde para repassá-la a nós.   É a palavra do Espírito Santo de Deus que se fez homem.  Por ter cumprido à risca a sua missão,  é sua toda a honra e toda a glória!  Jesus veio para  resgatar-nos  do pecado,  bem como para tomar as nossas dores físicas; para trazer-nos a paz que independe de situações convenientes.

O Cristo veio para tornar-se o elo de comunicação suficiente e eficiente entre nós e o Criador.  Está claro, também, que veio para demonstrar a importância dos menos favorecidos ao colocá-los num plano espiritual superior e, perante o céu, até como a própria emanação de Deus, de forma que está perfeitamente claro em Mateus 25. 31 a 44 . Jesus deixou claro que, quando socorremos a um necessitado, é a ele próprio que acolhemos.  Jesus veio, também, para nos chamar a atenção para a extrema importância da fé incondicional no poder de Deus.  O Filho veio para demonstrar-nos que esse poder está disponível a cada um que o aceitar,  pois nos mostrou como o poder do Pai pode delegar poderes, porque ele mesmo ganhou multidões realizando incríveis prodígios. Ao legar-nos esse poder, deixou a certeza de que, pela fé, podemos repetir os seus milagres!

“Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim fará as obras que eu faço e as fará maiores ainda do que estas...”  
O poderoso legado de Jesus, em  João,  14.12. 

Ele contrariou o dito popular: “Só a morte não tem solução”, pois, por suas promessas, até mortos podemos ressuscitar.

Antes mesmo de Jesus, os profetas de Deus já haviam ressuscitado mortos, como o fez Elias, e Jesus veio reforçar essa real prerrogativa legada a quem crer.  Paulo e Pedro ressuscitaram mortos. Conforme as Escrituras, quem se atrever a colocar em dúvida a legitimidade das promessas de Jesus, estará duvidando do próprio Deus! 

 “...Fará as obras que eu faço e as fará maiores ainda do que estas...”  “Tudo pode aquele que crê”.

Apesar de Jesus ter provado possuir poder sobre tudo o que há na Terra, deixou o privilégio de curar apenas à passagem da sombra do corpo aos seus apóstolos (Atos dos apóstolos  5.15)   e, por consequência, legou esse privilégio a qualquer um que crer sem vacilação.  E assim confirmou-se a sua profecia:  “... e as fará maiores ainda do que estas”.

“Pelas Escrituras, o homem torna-se perfeitamente capacitado para toda obra”. Promessas do Senhor Deus, em  II Timóteo,  3.16. 

Inúmeros escritores e historiadores escreveram sobre Jesus, todavia, na maioria dos casos reportaram-se, apenas, a teorias de menor importância:  discutiram e discutem se Judas traiu ou não Jesus; se entregou ou não Jesus aos romanos com um beijo na sua face;  se Pôncio Pilatos pediu ou não a opinião dos subjugados judeus no julgamento  público de Jesus;  se  a  cruz em que foi crucificado tinha a forma de  T,  de  X  ou como se apresenta;  se Jesus era loiro de olhos azuis ou moreno etíope, como julgam os muçulmanos; se houve ou não um santo sudário, se é original ou não; se Jesus dançou, ou não,  numa festa de casamento (como escreveu tal coisa o dominicano frei Betto). Tampouco Jesus poderia ter nascido da raça negra ou amarela, pois como teria de nascer descendente dos judeus, esses eram brancos ou morenos.  Mas esse tipo de polêmica é inócuo e inútil, pois nenhuma dessas teorias acrescentam algo ou afetam o que Jesus representa: o real sentimento cristão.

Muitos tiranos, reis, imperadores tentaram sufocar a palavra de Cristo através dos séculos, empreendendo mortal  violência aos seus seguidores,  porém, em vão!  Outros tentaram ridicularizá-lo de várias formas, entretanto, ninguém logrou efeito.  Em 1758,  Voltaire, um tanto descrente e alto crítico do catolicismo -- provavelmente baseado nos horrores da Inquisição e na extensa corrupção clerical na Idade Média, pois envolviam o Santo Nome de Jesus Cristo naquelas barbaridades --, disse que Jesus seria um astro apagado em vinte anos, contudo, foi Voltaire quem morreu, justamente, vinte anos depois.  Por curiosidade, em seu leito de morte Voltaire pediu a presença de um padre -- opção usual da época -- mas seus amigos se negaram a atendê-lo.

Jesus é apresentado, visualmente, de vários modos. Estudando-se, com discernimento, as Sagradas Escrituras, nota-se que Jesus era extremamente carismático e de grande magnetismo, mas não há como saber detalhes completos da figura do Nazareno, além do que, em relação à espiritualidade, isso não tem a menor importância.   Se Cristo pretendesse deixar imagens de seu corpo e até sons de sua voz, não teria vindo à Terra em época de sociedade pastoril, mas sim, na era do som e das imagens, principalmente no tempo da Internet.

“Não farás esculturas, nem figura alguma, do que está em cima, nos céus...”.    Advertência  do Senhor, em Êxodo, 20.4.

Seu magnetismo era tão acentuado que, surpreendentemente, fez vários pescadores abandonarem tudo no mesmo momento em que o conheceram, atendendo a um doce chamado seu.  Esse carisma especial, a natural condição de pastor de almas com que se dirigia também, às prostitutas, fez muitas delas abandonarem a vida pecaminosa.  Quando falava em público, Cristo arrebatava multidões:

 “... todo o povo ficava suspenso de admiração quando o ouvia  falar”.
 Maravilhas sobre Jesus,  em Lucas,  19.48.

Talvez, a melhor descrição física do Rabino  Nazareno, teria sido a do pagão Público Lêntulo,  interventor romano na Judria, contida numa carta enviada ao Senado Romano, na qual reconhece a Jesus como um ser extraordinário:

“No momento em que vos escrevo, existe aqui um homem de singular virtude, que se chama Jesus. Os bárbaros o têm em conta de profeta, mas os sectários o adoram como o filho dos deuses imortais.  Ressuscita os mortos e cura os enfermos falando-lhes e tocando-lhes.  É de estatura elevada e bem conformada, de aspecto ingênuo e venerável.  Seus cabelos de uma cor indefinível caem-lhe em anéis até debaixo das orelhas e se espalham pelos ombros com uma graça infinita, trazendo-os ele à moda dos Nazarenos.  Tem a fronte larga, espaçosa, e as faces coloridas de amável rubor. O nariz e a boca, de uma admirável regularidade.  A barba, da mesma cor dos cabelos, desce-lhe espessa até o peito, bipartida, à semelhança de forquilha.  Os olhos brilhantes, claros e pequenos.  Prega com majestade,  e suas exortações são cheias de brandura. Fala com  muita eloquência e gravidade. Ninguém jamais o viu rir. Muitos, porém, o tem visto chorar, não poucas vezes.  É, sobretudo, sábio, moderado e modesto, um homem, enfim, que, por suas divinas perfeições, se eleva acima de todos os filhos de homens!”.

Quando Jesus desfaleceu na cruz, cumpriu, com extremo mérito, a missão designada por Deus e, quando ressuscitou e subiu ao céu, desligou-se do jugo dos nossos pecados, passando a fazer parte de outro plano de Deus, um plano de glória. O Filho foi designado comandante e juiz de cada um distintamente e, também, de todo o Universo -- não importa qual seja o tamanho e quantos povos possa comportar -- e, com esse divino porvir, voltará.

Como está no Apocalipse, Jesus voltará amanhã ou depois, na glória inimaginável, acompanhado da corte divina, composta por legiões de esplendorosos anjos para buscar você, também, que soube honrá-lo, todavia, conforme a vontade de Deus e sua Justiça expressamente gravada nas Escrituras, infelizmente, não poderá usar de compaixão com aqueles que o rejeitaram; com aqueles que, temerariamente, mesmo depois de terem tomado conhecimento da imensa importância do Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus, o desprezaram e, assim, infelizmente, é biblicamente certo que a desgraça sem fim cairá sobre eles!

   “Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado  aos homens, pelo qual devamos ser salvos”.
Revelação do Espírito Santo de Deus, nos Atos dos Apóstolos,  4.12.

Eu sou o único caminho, a verdade, a vida. Ninguém virá ao Pai senão por mim!              A verdade de Jesus em  João,  14.6.


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De James Aitken Wylie (1808-1890) “History of protestantism”
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Henry Tuberville “An abridgement of the christian doutrine”.


“Livro das Sentenças da Inquisição” (Liber Sententiarum Inquisitionis) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331), conta como se deveria usar a tortura de modo bem convincente, provocando toda a dor possível sem matar, para sobrar o gosto satânico de ver o semelhante assado nas fogueiras de Satanás.

Waldecy Antonio Simões.       walasi@uol.com.br


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